It's time to get funky!
Pergunta e resposta mais ouvida ontem à noite na Herdade do Cabeço da Flauta, no Super Bock Super Rock 2010.
Último dia, 32 mil presentes à meia noite em ponto para a chegada de Prince.
Pergunta e resposta mais ouvida ontem à noite na Herdade do Cabeço da Flauta, no Super Bock Super Rock 2010.
Último dia, 32 mil presentes à meia noite em ponto para a chegada de Prince.
Lá foi o rebanho todo caminho do Meco, pequena incluida. Aliás, por causa da pequena, cheguei a ouvir um comentário do tipo "esta gente trás crianças tão pequenas!", apeteceu-me responder qualquer coisa desagradavel, mas reparei que a pessoa em questão não devia sequer ter o dobro da idade da pequena, e desisti.
Voltando ao Prince, que é isso que interessa.
O meu caro esposo, logo à segunda música comentava: "Este fez o percurso contrário ao Michael Jackson, está cada vez mais preto."
E não era à cor da pele que ele se referia, mas sim ao ritmo, à batida, ao embalo. Muito R&B, e Funky, e Blues, muita sensualidade e deveras muito Black Power.
E meus senhores, ouvir o "Dar de beber à dor" na voz da Ana Moura acompanhada à guitarra....eléctrica por este Senhor, vou-vos contar! Foi épico (diziam os meus miúdos mais velhos).
Fala-se muito, e é notório, o ego enorrrrrme de Prince, mas ali, naquele momento, ele deu-lhe espaço, deu-lhe palco e isso foi arrepiante.
Em 93,quando ele esteve no velhinho estádio de Alvalade, uma barriga de nove meses impediu-me de o ir ver, e ontem era quase ponto de honra pra mim, que sou fã fervorosa desde sempre.
O concerto foi tão espectacular que até custa falar em coisas más...mas tem que ser.
Quem levou o Festival lá prás bandas do Meco, se calhar é melhor trazê-lo de volta depressa. Aquilo, fora do recinto é o caos. Os apregoados parques de estacionamento do tamanho de dez estádio de futebol (diziam eles) entupiram. L-i-t-e-r-a-l-m-e-n-t-e
Nem vou falar no pó, que até faz parte daquele ambiente descontraído e alternativo e tal, mas a coisa cá fora descambou, mesmo. Acreditam que cheguei ao carro às 2.10h e consegui sair do parque para a estrada nacional às 4.50h? Acreditem que é verdade. Nós e mais umas boas centenas de carros por ali.
Por isso se alguma coisa que escrevi não soar bem, sejam clementes...estou a cair de sono.
O meu caro esposo, logo à segunda música comentava: "Este fez o percurso contrário ao Michael Jackson, está cada vez mais preto."
E não era à cor da pele que ele se referia, mas sim ao ritmo, à batida, ao embalo. Muito R&B, e Funky, e Blues, muita sensualidade e deveras muito Black Power.
E meus senhores, ouvir o "Dar de beber à dor" na voz da Ana Moura acompanhada à guitarra....eléctrica por este Senhor, vou-vos contar! Foi épico (diziam os meus miúdos mais velhos).
Fala-se muito, e é notório, o ego enorrrrrme de Prince, mas ali, naquele momento, ele deu-lhe espaço, deu-lhe palco e isso foi arrepiante.
Em 93,quando ele esteve no velhinho estádio de Alvalade, uma barriga de nove meses impediu-me de o ir ver, e ontem era quase ponto de honra pra mim, que sou fã fervorosa desde sempre.
O concerto foi tão espectacular que até custa falar em coisas más...mas tem que ser.
Quem levou o Festival lá prás bandas do Meco, se calhar é melhor trazê-lo de volta depressa. Aquilo, fora do recinto é o caos. Os apregoados parques de estacionamento do tamanho de dez estádio de futebol (diziam eles) entupiram. L-i-t-e-r-a-l-m-e-n-t-e
Nem vou falar no pó, que até faz parte daquele ambiente descontraído e alternativo e tal, mas a coisa cá fora descambou, mesmo. Acreditam que cheguei ao carro às 2.10h e consegui sair do parque para a estrada nacional às 4.50h? Acreditem que é verdade. Nós e mais umas boas centenas de carros por ali.
Por isso se alguma coisa que escrevi não soar bem, sejam clementes...estou a cair de sono.




